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Fundos de Investimento & Investidores Privados Britânicos interessados nos paises Áfro-Portugueses.


Osvaldo Gomes CEO da African Portuguese Speaking Community no Reino Unido

Baseado em um estimativa conservador no Reino Unido o volume de poupança anual dos emigrantes africanos é de 33,7 biliões de Dolares (por exemplo: uma média de 1,980 dolares da poupança muliplicada por 17 milhões de emigrantes africanos que estão a viver fora do continente Africano) referência: AFFORD BREVE POLÍTICA - FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO PARA O FUTURO: FINANCIAMENTO MISTO E O PAPEL DO FINANCIAMENTO DA DIASPORA

Sou Áfro-Português descendente, (nascido em Portugal e filho de pais cabo-verdianos) quanto ao que foi citado no paragrafo acima, acredito que é notável a existência de fortes barreiras e grandes desafios em relação a atrair capital privado para novos negócios e frentes de Mercado em África, assim como para Instituicões de Desenvolvimento Financeiro (DFIs – Development Finance Institutions) Filantropistas, e Investimentos privados. 


Também é importante ter em mente que, existe uma série de fatores na comunidade Áfro-Portuguesa, por exemplo; o impacto das recente Indepêndecias dos 5 paises africanos de lingua portuguesa (Império Colonial Português foi o primeiro império global da história sendo considerado o mais antigo dos impérios coloniais europeus modernos, abrangendo quase seis séculos de existência, a partir da Conquista de Ceuta, em 1415, até a devolução da soberania sobre Macau à China) que se faz notar, e que me leva a acreditar que contribui para a exitência de uma forte registência na participação e integração da comunidade na sociedade Britânica e na Diáspora,. 


Com apenas um pouco mais de 4 decadas de suas independêncies, ainda é bastante visível as fortes e notáveis sequelas deixadas pelo imperialism Português na comunidade Áfro-Portuguesa. Como membro ativo da comunidade a mais de 15 anos, formcão em ciências socias e fundador da APSC no Reino Unido, assim como, devido ao forte envolvimento em vários debates nas redes sociais com membors da comunidade em assuntos diretamente relacionados com a nossa comunidade, acredito estar na posição de poder afirmar que alguns membros da comunidade no Reino Unido e na Diáspora rejeitam sua própria identidade, talvez alguns por não entender o que identidade significa, ou outros talvez porque ainda continuam submetidos ao poder e controlo Português, ou outros talvez porque simplesmente, que por causa de sua identidade mista escolhem o lado que acreditam trazer mais benefícios sociais, e finalmente outros que por causa da falta de interação, participação e integração dos Áfro-Portugueses na Diaspora com os governantes Afro-Portugueses no Continente simplesmente escolhem trocar de naturalização para neutralização (neutros á sua identidade). 

 

O facto de um grande número de Áfro-Portugueses no Reino Unido desconhecerem ou, a  se colocarem neutros perante a sua verdadeira identidade, tem vindo a dificultar organizações Áfro-Portuguesas no Reino Unido seja para a obtenção de fundos, resultando emu ma lacuna nos serviços dos para os Afro-Portuguese, e por consequéncia resultando na existência de uma forte disconfiança e registência por parte da comunidade para com os lideres e organizações Áfro-Portuguesas.  


Hoje a APSC é uma organização que está a ser bastante conhecida nos negócios da comunidade através do seu cartão desconto e vantages APEX CARD e por muitos na comunidade como a organização com uma equipa de membros professionais da comunidade dedicada e focada na prestação de serviços e apoio a comunidade nas áreas de habitação, benefícios, saúde e educação, assim como, na sua missão de identificação e integração da comunidade na sociedade Britânica. O reconhecimento da APSC está a se expandir também pelas autoridades locais, serviços e negócios Britânicos.  Alianças entre organizações reconhecidas nacionais e internacionais foram estabelicidas com sucesso, negociações na viabilidade da colaboração de fundos de investimentos privados e governamentais Britânicos são atualmente um prioridade na agenda da APSC.


Reuniões com entidades chaves estão a ser estabelecidas, como por exemplo; Sr. Dr. David Smith (Presidente da British African Business Alliance Ltd.). A APSC está também diretamente em contacto no desenvolvimento de parceria com Sr. Dr. Kenny Washington, Líder Técnico do Projeto, Rwanda RemitPlus da Diaspora Direct Investment (DDI) e Blended Finance, organizações com sede no Reino Unido, com objetivo de desbloquear novo capital privado para o desenvolvimento em Africa, investimentos no sector imobiliário, visando fundos de investimento obrigacionista para habitação a preços acessíveis. Também em contacto e desenvolvimento de parceria com Sra. Dra. Ndidi Njku, Presidente da AFFORD e Diretora Gerente da Markets4Development, com Sra. Dra. Mavis Owusu-Gyanfi, Diretora da Investimento, O poder da Nutrição, em contacto e desenvolvimento de parceria com Sr. Dr. Ahmed El-Basheer A. El-Madani, Diretor da União Africanas Cidadania e Diração da Diáspora. Assim como, estamos em contacto e desenvolvendo parceria com o Professore na Faculdade de Economia em Londres Sr. Dr. Gibril Faal, fundador da GK Partners, um multi-disciplinado homem de negócios e desenvolvimento executivo, que concede apoio e conselho na responsabilidade social de negócios e desenvolvimento de instituições pelo mundo inteiro. É também o Vice-Presidente da Bond – A plataforma no Reino Unido do trabalho das Organizações Não-Governamentais (ONGs) no desenvolvimento internacional, e membro do conselho consultiivo da Carnegie African Diaspora programa de parcerias.  


Como CEO e fundador da APSC o que me faz acreditar que a equipa da APSC junta todos as ferramentas e o know-how na entrega de um trabalho com excelência, é o facto de saber que existe em cada um dos membros da equipa, orgulho, conhecimento da visão, principios e valores da empresa e uma entrega total na busca pelo reconhecimento da nossa comunidade no Reino Unido e finalmente é importante citar que existe em cada um dos membros da equipa da APSC um amor á camisola o que fez deixar de ser uma equipa para se tornar a FAMILIA APSC.   Estes foram e são os egridientes que estão a ser cruciais na entrega deste excelente trabalho de campo no Reino Unido. 


Uma das prioridades na nossa agenda de trabalho é encontrar oportunidade no Reino Unido direcionadas ao continente Afro-Português, assim como encontrar oportunidades para os países Afro-Portugueses e líderes comerciais e formuladores de políticas no Reino Unido para que se unem no cambate aos problemas a volta dos negócios Africanos para que desta forma possam ter direto acesso ao mercado Britânico. 


Theresa May, Ex-Primeira Ministra Britânica, após sua visita ao continente Africano em 2018 sugeriu que a lacuna do comércio Africano no Reino Unido e no comércio Europeu póde sim ser significantemente reduzida. A APSC entende que estas questões são sérias, e que requerem debates na busca de possíveis soluções, como em certas políticas, como por exemplo; as altas taxas no comércio, que actuam como fatores determinantes para empresas Afro-Portuguesas entrarem no mercado Britânico. 




A APSC tem conhecimento da importância do impacto na economia em certos países Afro-Portugueses na área do túrismo provindos do Reino Unido. Assim como, também tem conhecimento das oportunidades perdidas em Investimentos direcionados ao continente Africano.   


Assim sendo, a APSC tem como objetivo ser a ponte necessária para este abismo entre os negócios Afro-Portugueses e o mercado Britânico. A APSC irá garantir que as presentes e futuras oportunidades de investimento, fundos governamentais e negócios no Reino Unido não passam dispercebidas aos olhos dos negócios, investidores privados e Governo Afro-Português no Continente e na Diáspora. 


Dá para constatar que o trabalho de casa (no Reino Unido), está a ser desenvolvido com sucesso. Neste momento acreditamos fortemente que para  estas oportunidades vitais no desenvolvimento económico dos nossos países, não possam ser mais outras de muitas já perdidas, é fundamental a existência de uma forte relação com o governo, negócios e investidores Afro-Portugueses no continente e na Diáspora. 

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