Líderar um povo é preciso primeiro entender que povo líderamos - Não somos um povo invisível.

Updated: Jun 20, 2019



Não adianta liderar sem saber que és, e quem somos.


Não adianta uma liderança baseada em estatuto, imagem e classe social.


Não adianta ignorar o facto que é preciso mudar, Inovar. Que é preciso ter audácia e garra para enfrentar momentos menos fáceis.


É extremamente necessário existir mudanças, mudanças em quase tudo, nos Líderes da comunidade afro-Portuguesa no reino Unido e na Diáspora, na educação, na constituição e no Mercado de trabalho. E só desta forma poderemos sim começar a ter esperança de um futuro melhor.


Não adianta lutar pelos teus interesses pessoais, mas sim pelos interesses de todos aqueles que nos rodeiam, pois se hoje de manha acordastes e viste o lixo da rua já retirado, sentistes o cheiro do pão quente pronto para ser servido na mesa, imagina tu! se não foce o homem do lixo e o padeiro, essas duas primeiras coisas do dia seriam impossíveis.


Meus senhores e minhas senhoras, Não é, pelo facto de ser residente no Reino Unido, que não posso ser presidente no meu país de origem! Não é, pelo facto de ser PALOP, que não posso ser director! Não é, pelo facto de ser negro, que não posso ter capacidades e habilidades entre outros negros! Mas também não é, pelo facto de existir todas essas barreiras que vou desistir, pois um vencedor não desiste e aquele que desiste não é vencedor.


A minha mente é o meu JARDIM e EU um jardineiro loucamente apaixonado, a minha vida não é, um mar de rosas porque se foce um mar de rosas, as rosas tem picos e poderia ficar todo picado. Prefiro que seja apenas um mar e EU não apenas um simples marinheiro mas o capitão do navio, navegando no meio de uma tempestade, enfrentado ondas com mais de 10 metros, mas sou EU, e sou talvez para alguns, mais UM. Pois “Pensas tu, és a orquestra e eu o maestro, se existe algo que detesto, é quando vêm com essa de, quem és tu? Pois é, quem sou e? Talvez apenas mais um humano, como TU” mas que chegou chegando para mudar o rótolo usado no Reino Unido de Portugues para Afro-Portugues, não com o intuito de devisão, mas para que nossa identidade não se perca, e não sejamos invisíveis na sociedade multicutiral Britanica. Não somos FADO, mas sim KIZOMBA, não somos o país dos discubrimentos, mas sim os países da Rainha Zinga, Agostinho Neto e de Amilcar Cabral. Podemos até ter nacisdo em Portugal. mas se for de um féto africano, somos africanos, claro sempre respeitando o país que acolheu nossos pais, não deixando de também amar Portugal e nossos irmãos, mas mais que nunca, somos Africanos. (Osvaldo Gomes).




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